Mostrando postagens com marcador sistema operacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sistema operacional. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de junho de 2010

Vazam na internet detalhes da Microsoft para o Windows 8. Confira!

Quando o assunto é novidade da Microsoft, o clima é sempre de ansiedade. Foi assim com o Windows Live Messenger 2010, e agora todas as atenções se voltam ao Windows 8. Nessa última semana, o site italiano Windowssette — um blog de admiradores do sistema — estremeceu o mundo da computação.

O blog divulgou uma apresentação de PowerPoint que é, aparentemente, o projeto completo do suposto novo sistema da Microsoft. Por sua vez, outro blog, o Microsoft Kitchen, destrinchou vários slides. Todos os pensamentos internos da Microsoft referentes ao Windows 8 estão na apresentação, desde o desenvolvimento ao ciclo do produto, com recursos e ideias em detalhes.

As informações são tão confidenciais que todos os slides são “carimbados” com a marca d’água “Under NDA”, ou seja, sob sigilo absoluto (NDA é a sigla em inglês para acordo de sigilo).

Até agora, ninguém sabe dizer se se trata de uma jogada de marketing ou de alguém que simplesmente decidiu compartilhar a apresentação com o mundo. Trazemos para você as supostas características mais quentes do já esperado Windows 8!

Simplesmente funciona, a filosofia da Apple

Um slide mostra que a Microsoft quer os bons exemplos da Apple. A filosofia “simplesmente funciona”, a alta qualidade e a facilidade de uso são consideradas modelos a seguir. O objetivo é fazer com que os consumidores percebam o valor do produto, fidelizem-se à marca e despertem a consciência de que “this is something people would pay for”, ou seja, é algo que as pessoas pagariam para ter.

O 
slide que deixa clara a inspiração da Apple.
Windows Store

Outro exemplo da Apple, a Microsoft tem na manga a Windows Store, um lugar para adquirir aplicativos para Windows e, aparentemente, dispositivos móveis também. A boa nova é que essa loja não deve ser lançada somente com o Windows 8, mas bem antes. Fato é que se trata de uma prioridade alta da turma de Bill Gates.

O serviço seria hospedado inteiramente “nas nuvens” e ajudaria desenvolvedores a atingir seu público-alvo. Os slides ainda apontam para recursos de redes sociais, com recomendações de aplicativos, por exemplo.
Dica: fique atento ao site http://www.windowsstore.com/. Ele já está registrado e pode ser lançado em breve.
Projeto da Microsoft Store, com rápida instalação de aplicativos.
O desktop Windows 8

Um slide mostra o que parece ser um desktop personalizado para o Windows 8. O display é um touch que pode variar entre 17’’ e 30’’ com cinco ou mais pontos de contato. O computador conta com processador gráfico, suporte para vídeos em alta definição, sensores de proximidade e de luz ambiente, além de câmera para login (você vai entender já, já).

O desktop contaria ainda com microfone direcional, caixas de som de alta qualidade, controle de voz e fácil integração com aplicativos de comunicação, redes sociais, mídia e entretenimento.
Em termos de conectividade, suporte para wireless, ethernet e Bluetooth dariam conta do recado. Uma observação enfatiza a importância de uma conexão rápida e consistente.

Plataformas

Dividindo bem os grupos de usuários, as versões do Windows 8 seriam otimizadas para três focos principais: tablets, laptops e “all in one” (tudo em um). No caso de tablets, a versão seria direcionada para internet e mídia, jogos casuais, leitura de emails e, principalmente, comunicação via mensageiros instantâneos e redes sociais.
Slides com detalhes da otimização para cada plataforma.
Para laptops, o sistema seria otimizado para aplicativos que visam produtividade, comunicação mais exigente (leitura e envio de emails) e organização de mídia. Por último, quando o assunto é “all in one”, o sistema reuniria todos os benefícios das duas versões já mencionadas.

Reconhecimento facial

A data prevista para o lançamento do Windows 8 é 2012. Até lá, integração com câmera deve ser algo mais que comum, como afirma um dos slides. Pensando nisso, que tal fazer o login na sua máquina com seu rosto? O PC detectaria a presença do usuário e faria o login automaticamente.

O palpite dos mais entusiastas é a aplicação do conceito Kinect ao login do Windows 8, o que dá margem para várias possibilidades interessantes. Por exemplo, sentar-se na cadeira para ligar o computador, e apenas levantar para entrar em modo de hibernação. E se outra pessoa aparecer na câmera? Simples, o sistema alterna o usuário.

Considerando o empenho da Microsoft a fim de emplacar o Kinect, é de se esperar que o Windows 8 tenha bastante suporte para a tecnologia.
Reconhecimento facial para logar usuários.
Contas de usuário

As contas de usuário continuariam a ser a principal maneira de acessar o Windows. Pelo conteúdo dos slides, é possível perceber que elas dariam o tom do Windows 8, com muitas opções de customização para cada usuário em diferentes níveis: aplicativos, dispositivos, multimídia, interface gráfica, temas e até mesmo ajuda e suporte personalizados.

A grande novidade aqui é a integração com “cloud computing”. Configurações e preferências associadas a cada conta andariam sempre com o respectivo dono, sendo acessíveis em outros computadores. Da mesma maneira, o sistema facilitaria o login em sites.

Ligar, desligar e vários estados entre eles

O Windows 8 seria o sistema mais rápido de se ligar. Para isso, a Microsoft planeja diferentes conceitos de status dele. Uma das estratégias é a combinação do estado de logoff com o de hibernação, para economizar energia e reiniciar o sistema imediatamente, sem perder rendimento por isso.

O novo modo reiniciaria a máquina na metade do tempo do “boot frio”, ou seja, a primeira vez em que o sistema é iniciado após ser desligado. De acordo com os slides, ainda será definido o nome do novo status do sistema, assim como sua integração com os outros modos.
O 
slide que fala do sistema de Logoff com Hibernação.

Botão para resetar

Este conceito mostra uma função que reinstala o Windows sem que você precise fazer um backup de arquivos, documentos, aplicativos e configurações. Em curtas palavras, o Windows 8 volta ao seu estado original automaticamente, mantendo arquivos pessoais e configurações.

Após resetar o Windows, aplicativos adquiridos pela Windows Store seriam facilmente reinstalados.
Função para resetar o Windows sem perder nenhum arquivo ou 
configuração pessoal.
Imagens: Microsoft Kitchen, montagem: Baixaki
Display avançado

O 3D está na moda. Em 2012, pode ser algo razoavelmente simples e acessível. Os slides apontam bastante atenção da Microsoft com a experiência gráfica do sistema. Um dos destaques é a detecção de luz do ambiente para automaticamente ajustar o brilho da imagem em conformidade.
Portabilidade

A possibilidade manter dados pessoais em “cloud computing” pode indicar dois focos da Microsoft: levar o Windows 8 facilmente a diversas plataformas e aproximar cada vez mais a experiência do usuário com dispositivos móveis no desktop.
 
Lembre-se: são boatos

Não há como garantir a autenticidade dos slides. Alguns blogs de entusiastas, como o Microsoft Kitchen, garantem que são reais por experiência própria. Outros, como o Download Squad, acham suspeitos alguns erros gramaticais grosseiros em inglês.

Fato é muita coisa pode acontecer até a data prevista de lançamento, 2012. Dois anos para a tecnologia são suficientes para as mais incríveis novidades. O projeto, pelo que se observa por meio dos slides, é extremamente audacioso, mas nem tudo pode ser aproveitado.

Pelo cronograma, o desenvolvimento do código do Windows 8 deve começar nos próximos meses. Enquanto isso, prepare-se, pois este é apenas o começo da “angústia” e ansiedade até informações oficiais circularem finalmente.

Fonte Baixaki

sábado, 22 de maio de 2010

Quem é o melhor na batalha mortal dos sistemas operacionais?

Diversos usuários enfrentam-se diariamente em fóruns e conversas do assunto. Os tópicos são os mais diversos, mas argumentos que sempre entram na briga são preço do SO, código aberto e liberdade de uso do Linux, contra a facilidade de uso, maior quantidade de programas e popularidade do Windows.

Como não poderíamos ficar de fora deste grande duelo, reunimos dois usuários ferrenhos que vão defender seus pontos de vista expondo os motivos que os levam a gostar mais de um sistema ou outro.

Conhecendo os lutadores



No canto direito, com o símbolo representando uma de suas principais inovações: o Windows. Lançado no mercado no ano de 1985 com o nome de Windows 1.0, desde a primeira versão, o sistema operacional da Microsoft trouxe para o usuário a possibilidade de uso do mouse (e o próprio acessório inclusive), a abertura de mais de um programa ao mesmo tempo (multitarefa) e uma interface colorida, com ícones e janelas.


No outro canto, adotando um simpático pinguim como símbolo e representando a liberdade de uso e distribuição: o Linux. A primeira distribuição tinha o nome de Linux 0.01 e foi lançada em setembro de 1991. Ela trouxe a possibilidade de qualquer usuário fazer alterações em seu código fonte e adaptá-lo às suas necessidades, bem como o direito de redistribuir sua versão.
O Linux tem ao seu lado toda uma comunidade de desenvolvedores para efetuar adaptações e melhorias no sistema além de distribuições para todos os gostos e necessidades.

Round 1: instalação


Quando os computadores pessoais começaram a se tornar relativamente populares, não sendo somente um privilégio de grandes instituições o Windows sempre contou com suporte ao usuário para o processo de instalação. Mais especificamente a partir do Windows 95, que já era uma versão mais popular do SO, mesmo utilizando vários disquetes para instalação, o processo era guiado na tela para o usuário.

As etapas contam com instruções sobre a operação e, nas versões a partir do XP, quase tudo é completamente feito na interface gráfica. Há uma previsão do tempo que será necessário para completar o processo e o progresso é exibido à medida que etapas são avançadas. Inclusive a Microsoft oferece algumas dicas exibidas na tela durante a instalação, de forma a fornecer de antemão uma prévia da ambientação que é encontrada pelo usuário no final do processo.

Já nos primórdios do Linux, sua instalação realmente era um processo deveras complexo. Ainda mais se o usuário possuía alguns componentes de hardware “diferentes do padrão” ou produtos com dispositivos fechados (algumas empresas faziam “pacotes” de hardware com drivers muito específicos). Entretanto, hoje a realidade é completamente diferente.

Grande parte das distribuições do Linux são instaladas a partir de um CD de forma simples e rápida, assim como é no Windows. Ele também possui uma barra de progresso para informar ao usuário o andamento do processo que, diferente do Windows, costuma ser bem rápido.

Round 2: drivers básicos


Realmente, ao terminar de instalar uma distribuição do Linux, você já possui todas as ferramentas básicas para o uso, sem ter aquele frequente problema de sair atrás de CDs com drivers e programas para começar a montar seu ambiente de trabalho.

O Windows costumava terminar a instalação completamente “cru”, fazendo-nos ir atrás das caixinhas de CDs para os dispositivos. Entretanto, com o lançamento do Windows 7, a Microsoft já deu uma boa melhorada nesse aspecto.

Agora, após a instalação, o Windows possui um recurso que reconhece os dispositivos presentes no computador e faz a busca dos drivers para o usuário. Ainda assim alguns podem não ser reconhecidos ou encontrados. Em outros casos, por se tratar de uma versão relativamente recente, pode ainda não ser oferecido um driver compatível.

Round 3: inicialização


O processo de inicialização do Linux é muito rápido, mesmo que já tenha se passado algum tempo depois da instalação do SO. Além disso, iniciado o sistema, você já pode usar, não precisa esperar mais tempo por isso.

As versões mais antigas do Windows demoravam um tempo considerável no processo de boot e inicialização depois de passado certo tempo de sua instalação. Nesse quesito, o Windows 7 já se mostra bem mais eficiente, inicializando em um período mais curto de tempo do que seus antecessores.

Round 4: utilização



Desde a primeira versão oficial lançada no mercado de software, o Windows trouxe algumas das maiores inovações para os computadores pessoais: a interface gráfica e os periféricos. Os desenvolvedores do SO apostaram na praticidade para o usuário como forma de difusão e popularização do Windows.

O ambiente encontrado era composto por janelas e menus interativos que atendiam aos comandos do usuário por meio de um periférico (mouse). Além disso, era possível criar ícones e assim ter atalhos para os programas mais utilizados na Área de trabalho.


A parte gráfica (de interação usuário-sistema), até hoje é uma das maiores preocupações do Windows e recebe cada vez mais melhorias sem pecar em nada na aparência, que se torna cada vez mais moderna e elegante.

Se você nunca utilizou o Linux e pensa nele como uma telinha preta cheia de letras em verde ou branco, está com uma imagem antiga do sistema. Atualmente, a maior parte das distribuições do Linux e, certamente todas as mais comuns, possui interface gráfica e sistema de menus, assim como o ambiente de Área de trabalho também permite colocação de ícones como forma de atalho.

Além disso, de uma forma geral as informações pessoais do usuário são portáteis no Linux. Caso você precise mudar de distribuição, basta copiar alguns dados da pasta local (“Home”) e copiar na nova distribuição para que todas as suas configurações de usuário sejam mantidas.

Round 5: facilidade para localizar e instalar programas


Em tempos remotos, quando você queria instalar um programa para o Linux, dependendo do que fosse, era bom se preparar para o pior. Com a popularização da internet isso foi parcialmente resolvido, pois você podia procurá-los online e de diferentes fontes.


Hoje, algumas distribuições do Linux contam com uma central própria de software. Após o acesso, basta efetuar a busca pelo programa (por nome ou categoria) e instalá-lo a partir da mesma interface, com apenas um clique. Como nem tudo é perfeito, entretanto, existem programas que não estão disponíveis na central.


Com o Windows, é tudo meio à moda antiga: é preciso procurar o programa, baixar e instalar ou executar a instalação a partir de uma mídia disponível. Entretanto, normalmente não há qualquer dificuldade para encontrar aquele que você quer disponível para o SO.

Adicionalmente as instalações costumam ser fáceis e contam com instaladores que guiam o usuário durante todo o processo.

Round 6: programas e compatibilidade

Praticamente o único momento no qual você tem sérias dificuldades com relação à compatibilidade de software para o Windows é logo que uma versão nova do SO foi lançada. No caso do Windows 7, mesmo no momento de seu lançamento já havia uma grande quantidade de programas adaptados e desenvolvidos para ele.


Nesse quesito, não há discussão: como a maioria dos usuários de computador utiliza o Windows, as empresas se preocupam em lançar programas que sejam compatíveis com o sistema. Isso é ainda mais perceptível com relação aos jogos, muitos deles sequer oferecem versões para serem executados em outras plataformas.

Dizer que o Linux não tem compatibilidade com programas pé o maior argumento dos defensores ferrenhos do SO da Microsoft, porém a realidade já é outra. Como o Linux tem uma grande comunidade de desenvolvedores envolvidos, atualmente há sempre alguém disposto a atualizar ou desenvolver versões de programas para ele.

Não se pode mais dizer que faltam programas ou variedade deles para o Linux, embora alguns permaneçam apenas com versões inferiores às existentes para o Windows. Entretanto, o grande calcanhar de Aquiles do SO são os jogos, os quais se possuem pouco ou nenhum suporte e alguns sequer contam com uma versão para o Linux.

Round 7: Personalização


Absolutamente qualquer coisa pode ser alterada na interface do Linux. De um mero papel de parede ao lugar nos quais os botões são mostrados em uma janela. Se você gosta de efeitos, o Linux também dá um show à parte com suas janelas “maleáveis”, múltiplas Áreas de trabalho que podem ser abertas lado a lado, em cubo, estilo “coverflow”, entre várias outras possibilidades.

Nesse aspecto, o Windows é mais engessado. Até o Vista, mesmo trocar seu tema para um que não fosse oficial era um processo penoso. E, além disso, não havia qualquer certeza de que realmente fosse dar tudo certo no final.

O Windows 7 trouxe uma grande inovação neste aspecto, com temas que podem ser instalados a partir de poucos cliques e sem sofrimentos. Além disso, eles são automaticamente configurados, dispensando processos manuais de troca. Mesmo temas de terceiros estão apresentando mais compatibilidade e processos menos frustrantes de configuração.

Round 8: segurança e infecções

Você já ouviu alguém falando que pegou vírus no Linux? Após tentar puxar pelas lembranças, deve ter constatado que isso quase nunca ocorre. Existe uma quantidade ínfima de vírus para o SO e, ainda assim, não haveria um que fosse capaz de infectar tanto o Linux quanto acontece com o Windows. Isso ocorre por vários motivos, um deles é o fato de o Linux ter código aberto e várias pessoas arrumando problemas.


Isso contribui para que ele apresente um número muito menor de falhas de segurança, o que significa menos brechas a ser exploradas. Outro fato é que o grande alvo de quem desenvolve softwares maliciosos são os usuários e, como o Linux tem menos usuários, torna-se menos atrativo para os criminosos virtuais.

Além dos fatores citados acima, a política de segurança do Linux é um grande diferencial: os programas são executados em modo de usuário e não de administrador. Assim, se acontecesse de um usuário pegar vírus, este não se espalharia pelo sistema, afetando apenas os programas que o próprio usuário instalou na pasta “Home” (na pior das hipóteses), enquanto o sistema permanece intacto.

Uma infecção assim é muito mais fácil de ser eliminada e os danos são irrelevantes. Isso levado em conta, não é difícil imaginar por que a criação de vírus para o sistema é difícil e desinteressante.

O Windows é um sistema fechado e com um tempo de resposta para atualizações de segurança menor do que o Linux. Para existir algo nesse sentido, primeiro alguém precisa detectar a brecha no sistema e resolver enviar o problema para a Microsoft. Após receber mais do que uma queixa o suporte procura verificar o que está ocorrendo.
Após a constatação da falha, finalmente se começa a trabalhar na solução. Parando por um momento para pensar, imagine quanto tempo pessoas mal-intencionadas tiveram para agir enquanto todo esse processo é desenrolado. Além disso, o sistema de permissões e segurança do Windows está longe daquele existente no Linux.
Praticamente todo usuário utiliza o Windows como administrador, pois de outra forma seria quase impossível aproveitar os recursos do sistema. Adicionalmente, o controle de usuário é desativado pela maioria das pessoas por ser incômodo e pouco eficiente. Ainda assim, a Microsoft reconhece que o problema existe e não deixa por menos.

A própria empresa disponibiliza uma série de ferramentas de proteção (antivírus, firewall, etc.) e, várias outras companhias desenvolvem e atualizam bases de dados de programas para garantir a segurança do SO, inclusive com versões gratuitas para tal.

Round 9 : suporte


Se você é um usuário do Windows e tiver problemas técnicos é possível contar com a central de suporte online, por telefone ou guias rápidos de ajuda disponíveis a partir do próprio SO. As versões mais recentes (Vista e Windows 7) também possuem um sistema de verificação do problema. Ao acessar esse recurso, ele automaticamente busca as possíveis causas do problema e apresenta algumas soluções a fim de tentar resolvê-lo.


O suporte formal para Linux existe, porém normalmente é cobrado, pois é feito por empresas terceirizadas ou donas de distribuições pagas do sistema. Entretanto, por ser um software de código aberto e adotar tal filosofia, como já foi citado em outros tópicos, o que não faltam são programadores e usuários envolvidos no projeto.

Portanto, sempre que você estiver com problemas ou dúvidas, é possível recorrer a um dos milhares de fóruns de discussão do sistema e procurar ajuda de técnicos e outros usuários. Além disso, há pessoas que fazem guias e tutoriais e os disponibilizam para ajudar a resolver dúvidas, fazer configurações, entre outras finalidades.

Round 10: multiusuários

O Linux foi desenvolvido para conseguir lidar com acesso concorrente. Ou seja, ele permite que mais do que um usuário esteja conectado no sistema ao mesmo tempo, sem que um deles seja desconectado.

O Windows, por outro lado, oferece suporte para operar com um usuário por vez. Embora você possa ter acesso concorrente à base de dados, o sistema em si não consegue suportar acesso simultâneo. Você pode ter mais do que um usuário, mas não em acesso concorrente. Entretanto, se você precisa dessa ferramenta utilizando Windows, é só instalar o Windows Server.

A versão para servidores do Windows oferece suporte completo para multiusuários, embora não seja aquela que costuma ser utilizada em computadores pessoais.

Round 11: preço

O Linux, assim como os softwares do Projeto GNU, foi desenvolvido para oferecer uma alternativa aos softwares proprietários. Ele é um sistema de código aberto e distribuído sob a GPL, ou seja, qualquer um pode obtê-lo, fazer alterações e redistribuir, desde que disponibilize o código.


Embora existam versões pagas do Linux, a grande maioria da distribuições é completamente gratuita e oferece diversas formas para sua aquisição. Você pode efetuar download das imagens muitas vezes na própria página do responsável por ela sem qualquer custo. Adicionalmente, é possível efetuar alterações para adaptá-lo conforme suas necessidades.

Acima de tudo, você tem a liberdade de repassar uma distribuição de Linux gratuita para seus amigos sem cometer pirataria de software.

O Windows é um software de código fechado e proprietário. O preço para aquisição de uma versão do SO já foi algo que se pudesse considerar muito caro e complicado para um usuário de computador pessoal. Embora a Microsoft tivesse criado algumas versões mais básicas do XP, por exemplo, o preço continuava elevado.

A partir do Vista, a Microsoft começou a lançar versões com preços mais próximos à realidade de um usuário final brasileiro. Como característica principal, elas possuíam menos recursos avançados e de efeitos (como o Glass, que não está disponível na versão Home Basic do Vista).

Entretanto, com o lançamento do Windows 7, o preço do SO no mercado já está bem mais baixo. Mesmo as versões Premium e Ultimate possuem o valor bem abaixo do que costumava ser anteriormente. A versão básica do Windows 7 pode não ser “extremamente barata”, mas é considerada acessível, mesmo por um usuário de computador pessoal .
Round 12: opinião dos usuários

Nada melhor do que a análise dos usuários para concluir este verdadeiro duelo entre sistemas operacionais. Independente de você levantar a bandeira do Linux ou do Windows deixe sua opinião nos comentários e ajude-nos a descobrir qual é o sistema de seu coração.

Via: Baixaki

sábado, 8 de maio de 2010

O que acontece se o Windows for instalado e ativado com a mesma licença em mais de um PC?

O combate à pirataria atingiu níveis críticos na última década, devido à facilidade com que programas piratas podem ser distribuídos e disseminados. A Microsoft, que domina o mercado de sistemas operacionais, é uma das empresas mais preocupadas em proteger seus softwares contra cópias ilegais.

Quando o Windows XP foi lançado, havia incorporada nele uma ferramenta chamada WGA — “Windows Genuine Advantage” ou “Vantagens do Windows Original”. Essa tecnologia nunca evitou que a pirataria continuasse a distribuir ilegalmente milhões de cópias do Windows, mas deu fortes dores de cabeça no usuário que as comprou ou fez download em sites de pirataria e redes P2P.

Windows Original
WGA e WAT

O WGA é um modo agressivo de evitar que o Windows XP funcione se perceber que é uma cópia não original. Ele bloqueia diversas funções do sistema, impedindo que ele seja atualizado e que sua segurança e estabilidade sejam reforçadas com as atualizações automáticas periódicas. No Windows Vista e no Windows 7, a tecnologia continuou presente, mudando o nome no Windows 7 para WAT — “Windows Activation Technologies” ou “Tecnologias de Ativação do Windows”.

À partir da versão XP, todo Windows deve ser ativado quando sua instalação for terminada — no caso do Windows 7, a ativação é feita antes mesmo da instalação ser finalizada. Se o sistema não for ativado dentro do prazo de 30 dias, algumas funções serão desativadas e mensagens de informação serão exibidas periodicamente, solicitando que o SO seja ativado para funcionar de forma completa.

Ocasiões de ativação

Quando você compra um computador, geralmente ele já vem com o sistema operacional instalado e ativado, o que dispensa qualquer ação por parte do usuário, a menos que se resolva formatar a máquina — veja no próximo parágrafo a explicação de como fazer para ativar o Windows nesse caso. Em certas ocasiões, o usuário pode querer ou necessitar comprar uma cópia do sistema e a ativação é necessária para que tudo funcione normalmente.

Tela de ativação
Em determinado momento da instalação, será solicitado ao usuário que seja digitada a chave do produto. Se os caracteres forem inseridos corretamente, o processo continuará até ser finalizado. O momento em que a ativação será solicitada dependerá da versão do Windows que estiver sendo instalada, mas as opções serão as mesmas. A opção de ativação mais comum é via internet, devido à sua rapidez e facilidade e ao fato de poucos computadores não possuírem internet nos dias de hoje.

Se a ativação não for feita, o sistema iniciará uma contagem regressiva de 30 dias, depois dos quais serão desativadas funções vitais, como as atualizações automáticas e a autenticação necessária para download de ferramentas adicionais, como o Microsoft Security Essentials.

Um código em mais de uma máquina: pode?

Respondendo de forma rápida a pergunta do título do artigo, podemos dizer que é possível INSTALAR o Windows em mais de um computador, utilizando o mesmo número de série (também chamado de “cdkey”, “código do produto”, “chave do produto” ou ainda “product key). Porém, NÃO é possível ATIVAR duas vezes a mesma chave do produto. Isso infringe os termos do acordo de licenciamento (EULA) e é caracterizado como pirataria.

Por que não?

Quando você ativa uma cópia do Windows, são coletadas algumas informações sobre o seu hardware. A combinação dessas informações é como uma impressão digital do seu PC. Ou seja, se você ativar seu Windows em um computador e depois tentar fazê-lo em outro, não será possível ativar o sistema uma segunda vez, e a máquina que recebeu a segunda instalação começará a contagem dos 30 dias, a menos que você compre um novo Windows, ou mesmo somente uma nova chave do produto.

Problemas na ativação

Selo de autenticidade
Você pode ter problemas com a ativação em diversos casos, por mais que possua um DVD ou CD original do sistema. Em todas as situações relatadas, a única forma de reativar seu Windows é ligando para a Microsoft. Veja abaixo algumas situações possíveis:

— Formatação do PC: às vezes, depois de formatar o computador, pode ser que a ativação via internet falhe. Se isso ocorrer, ligue para o telefone de atendimento da Microsoft e solicite a ativação por telefone. O atendimento solicitará uma justificativa desta nova ativação. Informe como motivo o fato de você ter formatado a máquina e estar reinstalando o sistema.

— Alterações de hardware: se você adicionar mais memória ao PC, ou trocar o disco rígido, é possível que seu Windows precise ser ativado novamente, já que sua “impressão digital” mudou. No contado com o atendimento da Microsoft, informe que foram feitas alterações no hardware e por isso é necessária uma nova ativação.
— Desinstalar de um PC e instalar em outro: se você comprar um computador novo, mas sem Windows, é possível instalar o sistema na nova máquina, desde que você o desinstale da máquina antiga. Mesmo assim, como a “impressão digital” contida no banco de dados da Microsoft é da máquina antiga, será necessária uma nova ativação, também através do atendimento da Microsoft.

— Infecção por vírus: alguns vírus atacam o arquivo onde as informações de ativação são armazenadas. Se o problema for constatado, faça a limpeza do vírus (seja através de um antivírus ou mesmo a formatação do computador) e ligue para a Microsoft.

*O telefone da Microsoft no Brasil, para ativação do sistema, pode ser encontrado na caixa do produto ou nas mensagens que informam que a ativação deve ser feita, exibidas pelo próprio Windows.

terça-feira, 9 de março de 2010

Windows 7 é tecnologia antiquada, afirma Apple


A Apple disse que consumidores podem migrar para a sua linha de computadores Mac, porque o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7, é "complexo e caro", e classificou sua tecnologia como "antiquada".

A crítica veio de Brian Croll, vice-presidente mundial de marketing de produto do Mac OS. Segundo a edição de hoje do jornal britânico "The Daily Telegraph", ele afirmou que os usuários da Microsoft estão cansados das "dores de cabeça" causadas pelo sistema operacional Windows. A expectativa do executivo é de que alguns usuários desiludidos com o Windows migrem para a plataforma da Apple. Christof Stache/AP

"Usuários do Windows estão realmente cansados de todas as dores de cabeça que vêm tendo no decorrer dos anos, por todos os meios, desde o Windows Me, passando pelo NT e Vista, e agora com o Windows 7", disse. "Como consequência, acho que as pessoas estão procurando por algo diferente, e as ofertas do Mac são realmente fáceis para operação, estabilidade e segurança."

Em balanço financeiro, a Apple recentemente anunciou sua melhor venda trimestral dos computadores Mac. Croll disse que há "muita força" por trás da plataforma.

Ele disse que a dificuldade de alguns usuários na atualização do Windows XP para o Windows 7 --que envolve uma desinstalação de todo o PC-- fará com que eles simplesmente procurem por um novo computador. Ele acredita que um número significante vai optar pelo Mac.

"Pensamos nisso como um tempo oportuno para pessoas procurarem por um Mac. Acreditamos que podemos fazer com que mais pessoas mudem."

"O Windows 7 ainda é apenas o Windows. Não mudou muito. Ainda é complexo, ainda é realmente caro, na perspectiva do custo de atualização, e ainda há as preocupações de segurança", afirmou. "Ele ainda precisa de muita reestruturação. Mesmo no Windows 7, não há aplicações básicas como e-mail ou chat, ou programas para administrar as suas fotos. Você tem que ir atrás e encontrá-los, e fazer download desses aplicativos".

"Para o consumidor há muita dor de cabeça e aborrecimento na construção do Windows 7, porque ele é construído em uma tecnologia muito antiquada, que não muda de lançamento a lançamento. Nós achamos que a maioria das pessoas provavelmente não vá fazer a atualização [de outras versões para o Windows 7] e, por consequência, vão procurar outros computadores."

O executivo, no entanto, se recusou a comentar críticas à Apple devido ao seu mais novo sistema operacional, o Snow Leopard. Muitos dos usuários do Mac informaram problemas de compatibilidade entre o software e outros --além da própria Apple confirmar uma falha que apagava arquivos importantes dos usuários.

Em diferentes versões, o Windows domina 92,77% do mercado mundial de sistemas operacionais, seguido por Mac OS X (5,12%) e Linux (0,95%), segundo a Net Applications.

Postagens populares